NOTÍCIAS

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    É fácil ajudar-nos a ajudar – doe 0,5% do seu IRS

    É fácil ajudar as Bolsas do CST. Basta pôr um X no Quadro 11, em Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS), colocar o Nº de contribuinte da APECEF (CST), 505 230 658, e está a doar 0,5% do seu IRS ao fundo das bolsas.

    Obrigado!!

  • cst

    SETUPROJECT

    O SETUPROJECT é o mais recente desafio da APECEF. O programa é resultado de uma parceria internacional, apoiada pela Comissão Europeia e materializa-se numa formação profissional inovadora na área da Gestão de Inovação, com cariz internacional e aulas em contexto empresarial.

    Baseado no learning by doing, este curso, que confere dupla certificação internacional de nível 5 , dirige-se a alunos com frequência ou conclusão do 12º ano, com um perfil de forte componente criativa, desejo de aceder ao mundo empresarial e de rasgar horizontes na Europa e empenho em contribuir com o seu talento para o sucesso dos negócios, através de uma cultura de inovação e empreendedorismo.

    Em aulas itinerantes, práticas e diversificadas, os alunos experimentam, testam e simulam competências na área da gestão de projetos e ferramentas de inovação, nomeadamente nos domínios da gestão de talentos, recursos tecnológicos, networking, criatividade, startups, contabilidade; o objectivo é que os alunos tenham oportunidade de ganhar um verdadeiro empenho com o trabalho, desenvolvendo um pensamento crítico sobre a economia global e ganhando competências técnicas operativas.

    As empresas portuguesas envolvidas no projeto – SIEMENS, VOLKSWAGEN, RESIQUIMICA, OLISIPO, VIEIRA DE ALMEIDA, CATÓLICA LISBON SCHOOL, PESTANA  HOTEL GROUP – reconhecem a necessidade desta formação no mercado de trabalho, investindo nos nossos alunos, expectantes de aprender também com eles.

    Os parceiros internacionais – escolas e parques tecnológicos em Itália, Polónia, Reino Unido e Roménia – são a “cereja no topo do bolo”, acrescentando dinamismo, cultura, abertura e liberdade a um projeto inovador e desenhado a pensar nos alunos.

    No final dos dois anos de curso, abertos ao mundo, com novas competências, mais cultos e mais maduros, os alunos podem integrar o mercado de trabalho (dando continuidade aos estágios profissionais) e/ou concorrer ao ensino superior, nomeadamente ao curso de Gestão do ISCTE.

    Neste ano piloto, a começar em outubro de 2016, há apenas 15 vagas e as inscrições já começaram para inscricoes.setuproject@apecef.com!

    Acompanhe-nos em SETUProject Portugal.

  • cst

    Esgrima CST – Campeãs Nacionais!

    A equipa de Esgrima do CST conquistou, no passado dia 21 de fevereiro, o 1º lugar no Campeonato Nacional de Cadetes! Aqui está o seu testemunho:

    No fim de semana de 20 e 21 de fevereiro fomos competir a Viana do Castelo, ao Campeonato Nacional de Cadetes, em equipas de Espada.

    Apesar de estarmos muito cansadas devido à prova individual que se tinha dado no dia anterior, sentíamos uma alegria imensa por irmos jogar mais uma vez e, agora, todas juntas.

    Devido à nossa pontuação nacional, passámos isentas uma eliminatória, começando a jogar só nas semifinais contra uma das equipas do Ginásio Clube Português. Tendo como capitã de equipa, a Beatriz Araújo e Sá, participaram neste primeiro assalto a Marta Ruiz, Maria Alvim e Madalena Araújo e Sá.

    Neste tipo de prova só conseguimos ganhar se nos unirmos, uma vez que se um jogo corre mal a alguém, a outra pessoa tem que recuperar, não havendo tempo para discussões, só para indicações para o próximo jogo. Ao passarmos para a final deparámo-nos com uma equipa difícil, do Clube de Esgrima da Secundária da Amadora, onde joga a campeã nacional. Foi neste jogo que a nossa perseverança foi testada, uma vez que chegámos a estar a perder por 10 e a ganhar por 9.

    No último jogo, com uma vantagem de dois pontos, jogou a Madalena conta a campeã nacional. Agora, mais que nunca, precisávamos de todo o apoio da equipa, não só da feminina, mas também da masculina, apesar de também estar a jogar.

    É difícil explicar a adrenalina dos atletas dentro e fora da pista. Depois de o árbitro dar sinal para continuar, a única voz que conseguimos ouvir é a do nosso treinador, Bruno Carvalho. Só recuperamos todos os sentidos quando ouvimos o sinal de toque.

    Foi o grande apoio que demos à Madalena que a fez acreditar que conseguiria vencer, apesar de ter perdido contra a atleta adversária no dia anterior. Após o sinal do último toque o pavilhão encheu-se de gritos de alegria, tanto da equipa, como da atleta em pista. Fomos então consagradas Campeãs Nacionais deste ano.

    O que queremos transmitir com este texto é que até o que parece impossível , é ultrapassado com a união de uma equipa forte, onde os rapazes, João Correia, João Relvas e Leonardo Marques, tiveram um grande papel. Nada disto teria acontecido sem o nosso grande treinador, que mesmo gritando connosco a única coisa que lhe importa são as nossas próprias vitórias. Este título é para ele!

    Por Maria Alvim (7º ano), Madalena Araújo e Sá (8º) e Beatriz Araújo e Sá (11º)

  • cst

    Missão S. Tomás – Aquilo que aceito, torna-se meu

    Os dias que passei em Portimão na Missão Tomás fizeram-me perceber, de uma forma geral, duas coisas importantes acerca da nossa relação com a religião católica. Já tinha feito caritativa várias vezes, tanto com a minha família como com os meus amigos, mas nunca me sentia realizado e concretizado como todos diziam. Sentia que faltava sempre alguma coisa, percebia que fazia um trabalho inútil. Portanto, perante a proposta da missão, confesso ter ido, inicialmente, apenas pelas amizades que me iam acompanhar, e por ser mais uma semana fora do habitual.

    Não foi no primeiro, nem no segundo dia que esta mentalidade mudou. Foi só no terceiro, em que me foi desafiada a ida a um lar de idosos, alguns apáticos, outros antipáticos, que percebi uma das coisas importantes. Entendi que não foi o que eu fiz naquela semana que realmente importou, mas sim o significado que teve. Porque, ao fim ao cabo, no dia seguinte, as idosas já não se lembravam de mim e o jardim quando eu lá voltar vai estar igual ou pior. Mas o facto de eu aceitar fazer aquilo tudo independentemente das utilidades ou efeitos que daí viriam, deu para perceber que, quando nos entregamos à necessidade verdadeiramente, somos nós quem retira mais da caridade. O que é efetivamente importante é que, naquele momento, eu estava a retribuir o infinito amor que devo a Deus.

    Além disso, percebi que aquela constante disponibilidade para servir com que estava na missão, podia ser aplicada no dia-a-dia de qualquer pessoa. Contudo, como seria razoável eu pedir que o Padre João, ou a Reitora Isabel se colocassem abaixo de mim para me servir? Foi esta questão levantada pelo Padre Ramiro que me fez perceber que a forma como eu olhava para a igreja, até agora, era errada. Não é razoável pedir isto, da mesma maneira que não é razoável pensar que Jesus, o rei, tenha lavado os pés a Pedro, seu discípulo, ou pensar que Deus tenha deixado o mal existir na terra. Entendi finalmente que a política de Deus não é razoável aos olhos mundanos. Para perceber verdadeiramente o cristianismo é preciso largarmos este lado mundano que todos temos, e seguir incondicionalmente o que Jesus nos pediu, porque isso para mim, é a verdadeira santidade.

    Por Tomás Castelo (aluno 10º ano)

  • cst

    Open Day ’16 – Exposição Médio Oriente Islão (6º ano)

    O que aprendi com esta exposição foi como fundamentos diferentes dos nossos, que podem parecer “estúpidos” ao início, têm uma razão de ser. Esses fundamentos, por serem diferentes, não significa que sejam estúpidos, porque esse é um argumento para os ignorantes desinteressados.

    Se aprofundarmos a História do Islão tornamo-nos mais cultos, ajuda-nos a compreender o mundo, ajuda-nos a ter uma ideia mais verdadeira acerca do que nos rodeia e a saber olhar para uma coisa diferente, tendo a capacidade de perceber que não é “estúpido” e porquê.

    Muito obrigado à minha “ equipa” por sempre me apoiar nesta incrível descoberta. Muito obrigado à minha professora Ana Cortes por me ter ajudado a compreender melhor o Médio Oriente.

    Por Beatriz Picoito (aluna 6º ano)

    Equipa foi a palavra base para mim, fomos uma boa equipa. Mereceu a pena trabalhar para isto.

    Ficava ansioso cada vez que a porta da sala se abria para irmos preparar a exposição sobre o Médio Oriente.

    Aprendi a explicar aos outros o que tinha aprendido, em público.

    Por Jaime Mantero (aluno 6º ano)

  • cst

    Open Day ’16 – Construímos juntos!

    Sou professora no colégio de São Tomás há três anos.

    A maioria dos meus alunos já viveu seis vezes a experiência do Open Day. Tudo o que sei sobre este dia magnífico fui aprendendo com eles. Aprendi através do que me transmitiram – uma experiência verdadeira!

    Mais uma vez, percorremos um caminho atribulado e exigente durante a preparação.

    No mês de janeiro, transformámos a sala de aula, pedimos ajuda às famílias e unimo-nos para alcançar um objetivo.

    Pensámos juntos num projeto e, sem descorar os conteúdos, trabalhámos muito para honrar São Tomás!

    Foi muito gratificante ver que os meus alunos cresceram na responsabilidade, que são mais organizados e que se empenham de tal forma, que contagiam todos os adultos à sua volta: põem em movimento professores, pais e avós.

    Superaram-nos, a nós adultos, na vontade de fazer mais e encorajaram-nos a ir mais longe!

    Mostraram que vivem esta experiência de coração aberto e com um olhar verdadeiro e atento ao próximo. E, por isso, encheram a sala de aula, do princípio ao fim do dia. Cativaram e espantaram quem nos quis encontrar.

    Como professora, sinto-me grata pelo resultado destes dias de preparação e penso mesmo que a nossa sala espelhou a dedicação que cada um pôs naquilo que fez!

    Criámos juntos… construímos uma casa!

    Por Joana Pombeiro (professora 1º ciclo)

  • cst

    Se não me desafia, então não vale a pena

    Bom dia a todos.
    Gostava de começar com uma confissão: no primeiro dia de aulas, chego ao colégio sempre um bocado nervoso, com um nó na garganta, ansioso com o novo ano e com os desafios que esse ano representa. E é sobre isto que eu gostava de falar: sobre enfrentar novos desafios.
    A minha reação natural, tal como a de muitos vocês com certeza, é considerar este nervosismo, este nó na garganta, uma coisa má, porque é incómodo, porque é sinal de que estamos ansiosos, e porque significa que saímos da nossa zona de conforto. Mas se há algo que o trabalho aqui no colégio, com as suas dificuldades e exigências, me ensinou é que este nó na garganta, que todos muitas vezes sentimos, é uma coisa boa, exatamente porque incomoda, porque é desagradável e porque significa que saímos da nossa zona de conforto. A lição que aprendi é que os incómodos do trabalho, da aventura, ou seja, a inquietude, o nervosismo, o dormir mal na noite anterior, tudo isto é garantia de que a tarefa que me põe assim vale a pena. De que vale a pena sair da cama para fazer aquele trabalho ou aquela apresentação. O ponto é este: só quando uma pessoa é verdadeiramente testada e posta à prova é que descobre o que vale.
    Ficar o dia todo em casa, sem fazer nada, se não me incomoda, se não me desafia, então não vale a pena. Começar o ano, acordar cedo e com sono, preparar-me para um exame difícil, se me incomoda, se me arrasta para fora do meu espaço, se exige trabalho, então esse ano que começa e esse exame valem a pena.
    E é porque tomei consciência disto que hoje, para mim e espero que para vocês, o receio, a ansiedade, o nervosismo, alimentam. Eu gosto. São motivação porque são sinal da importância do desafio e, ao mesmo tempo, aquela espinha encravada que me incomoda e que me impele a ser melhor. É verdade que hoje em dia reina uma espécie de fobia histérica de stress. Dizem os especialistas que o stress é a origem de todos os males, que é a principal causa das depressões que assolam meio mundo, que chega mesmo a matar. Mas stress sempre houve, desafios e dificuldades sempre existiram, e graças a Deus que assim é. O problema está na nossa resposta, no comodismo que tende a fazer-nos recolher no nosso cantinho, temendo sempre as coisas grandes nos pedem que nos levantemos. O que eu gostaria que retivessem é isto: o crescimento, o protagonismo, a vida digna de ser vivida, começa onde acaba a zona de conforto.
    Disseram-me uma vez que fica bem acabar estes discursos com uma citação de uma grande figura ou de um autor célebre. Eu pus-me a pensar e lembrei-me de uma coisa que o Padre Ramiro disse aqui, neste púlpito, nesta ocasião, há dois ou três anos atrás, e que me marcou muito. Era mais ou menos isto: “Só não está disposto a travar a batalha quem nunca saboreou a vitória”. Pois bem, que sejamos todos, este ano, batalhadores e vitoriosos.

    José Maria Cortes (discurso do aluno finalista na Sessão Solene, no primeiro dia de aulas)

  • cst

    O início de ano – também tempo de balanço

    São 16h30. Estamos a trabalhar. Toca o telefone. É do CST. Pedem-nos um testemunho, sobre o início do ano escolar. Aceitamos, ainda sem saber muito bem o que dizer, a não ser que estamos no (re)início do ano, com aquela saudável confusão que um início acarreta – sim, porque este é o verdadeiro início do ano, aquele que devíamos estar a comemorar, com vivas e champanhe…
    Começamos por pensar o que podemos testemunhar. Fazemos mentalmente um exercício de comparação com o início do ano passado, quando o Miguel e a Luisa entraram pela primeira vez no CST. O Miguel no 3º Ciclo, a Luisa no 2º. Lembro-me da insegurança dos primeiros dias e das mil e uma questões que nos colocámos como Pais: fizemos uma boa escolha? Nós gostámos, mas… eles gostarão? Farão amigos?… O Colégio, como é que os acolherá? Saberá compreendê-los, dar-lhes confiança? Lançá-los-á para a frente?… Deus surpreender-nos-á?
    Sim a tudo. Claramente! Deus surpreende-nos sempre! Surpreende-nos hoje quando os vejo reiniciar o seu percurso escolar…que diferença!
    As boas memórias, as suas amizades com colegas e…surpreendemo-nos!… Até com professores! Experiências que passam por – voltamos novamente a ser surpreendidos – uma viagem ao outro lado do mundo, à China (!). Capacitaram-nos, motivaram-nos, levam-nos a entusiasmarem-se e a envolverem-se mais com o colégio neste novo ano lectivo.
    Propõem-se agora – por iniciativa própria – a metas elevadas: “estar no quadro de excelência” – lê-se na primeira página da Agenda da Luisa -, a projectos mais arrojados: “que tal propor à Directora organizar uma viagem à Polónia, para trabalhar no acolhimento aos refugiados que chegam à Europa?” – indaga o Miguel durante o jantar.
    É isto que acabamos por dar testemunho neste início de ano. Afinal um início de ano é também um tempo de balanço que nos permite traçar novas metas, desafiar o futuro! Afinal há muito que contar! Afinal é mesmo verdade: Deus surpreende-nos sempre!
    E de novo um inicio, sublinhado pelo desafio de um Encontro! Este ano com mais um filho, no último ano do Liceu, ainda no rescaldo de um ano passado nos EUA… questões ainda surgem… Mas neste ano temos o conforto de saber que o Colégio saberá conduzir cada um, de modo individual, ao seu próprio (E)encontro.

    Marta e Nuno Sousa Mendes (pais de alunos CST)

  • cst

    O meu encontro com o Papa

    No último Agosto, numa quarta-feira, a minha família e eu tivemos a oportunidade de, em Roma, irmos assistir a uma audiência Papal.
    Chegámos à Praça de São Pedro bem cedo e conseguimos arranjar uns últimos lugares! À frente desses ainda havia uns, no entanto, mais perto do Papa.
    A minha irmã e eu, com o nosso habitual atrevimento, esperámos pela altura certa e, quando ninguém nos estava a ver, passámos por baixo de uma barreira e lá fomos para esses lugares de luxo, onde apenas estavam umas poucas famílias, padres e seguranças.
    No fim da Audiência, o Papa foi falar às pessoas no seu Papamóvel. Não queria acreditar quando o Papa saiu do mesmo e foi falar individualmente às pessoas que estavam no sítio onde nós estávamos.
    Chegou junto de nós e eu, emocionado, agarrando a sua mão, disse em “portunhol”: «Olá, eu sou o Francisco e esta é a minha irmã Rosário, somos de Portugal!».
    O Santo Padre perguntou de que cidade e nós respondemos que éramos de Lisboa, ao que ele respondeu que a nossa cidade era uma «cidade muito bonita».
    Após esta curta troca de palavras, abençoou-nos, impondo as suas mãos nas nossas cabeças e, quando nos íamos embora, o Papa chamou-nos e disse: «Estão com a cabeça muito quente, têm que usar um chapéu!».
    Foi um momento muito especial que eu jamais irei esquecer. A maneira como o Papa olhou para nós com tanta ternura, fez-nos sentir as pessoas mais importantes do mundo para ele naquele momento e quase como se ele fosse nosso avô.
    Espero viver este ano (e os próximos) de maneira a que possa merecer este privilégio que tive e espero encontrar o meu Papa homónimo em Fátima em 2017!

    Francisco e Rosário Madeira Rodrigues (alunos CST)

  • cst

    Entrar na equipa CST

    Tudo começou com um encontro improvável com uma pessoa concreta; um encontro que me deixou com uma imensa vontade de um dia poder integrar a equipa CST. E assim foi!
    Nunca me vou esquecer do primeiro dia de trabalho. Foi um dia de certezas e de incertezas. Entrei na escola com o pé direito para me dar sorte e um grande nó no estômago pelo nervosismo da mudança, ao fim de 10 anos. Nó este que rapidamente se desfez quando entrei no auditório.
    Aí tive o prazer e a sorte de ouvir as palavras encorajadoras da equipa da direcção do CST, dos meus alegres colegas e de ir à missa com o Padre Ramiro e o Padre João Seabra, que de imediato me tranquilizaram. Foi, acima de tudo, um dia em que tive a certeza absoluta que tinha dado o passo certo na minha vida, que esta era a minha gente, que esta era a minha casa!
    Obrigada CST pelo acolhimento único e inesquecível!

    Mafalda Bravo Gonçalves (nova professora de Inglês do 2º e 3º ciclo)

    Um grande poeta e pastor anglicano disse uma vez, e famosamente, que nenhum homem é uma ilha. Acrescentou depois, talvez menos famosamente, que se isso é verdade, então é também o caso que quando ouvimos um sino dobrar a finados, perguntar por quem dobra é uma pergunta que não devemos fazer: “se um sino dobra”, disse, “dobra por ti”.
    Perceber que o que John Donne disse é verdade, não é difícil, nem é improvável que muitas pessoas, e aliás a maioria das pessoas, concorde.
    Ver, contudo, que há pessoas para quem as palavras de Donne são verdade, e conhecer mesmo quem viva de tal forma que mostra que são verdade, é, possivelmente, menos frequente. É o que se vê no São Tomás.

    Pedro Ferrão (novo professor do 3º ciclo)

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    Tudo na nossa vida começa com um encontro

    Tudo na nossa vida começa com um encontro…
    Qual será para mim aquele encontro, este ano? Que novidade trará para a minha vida?
    Quem vou encontrar? O que vou encontrar?
    Nestas três semanas de aulas, o que aconteceu já? Já mudei? Já começou alguma novidade em mim? Já sou mais eu?
    Quem és Tu, que vens ao meu encontro? O que me trazes?

    Nesta newsletter damos conta de algumas das coisas que já aconteceram em tão pouco tempo no CST… Mas é impossível dar conta justa da alegria que é o encontro contínuo e regular, de segunda a sexta, entre as 8h e algures o fim da tarde, desse sereno amontoar de minutos de vida juntos que nos vai tornando mais nós próprios, mais verdadeiros e mais amigos.

    Tão amigos entre nós como se de velhos amigos se tratasse. Por isso convidámos este ano para o lançamento do ano um velho amigo nosso, Jesus Carrascosa. Trata-se de um desses amigos cuja vida intensa e radical nos serve de desafio e conforto e cuja amizade fiel ao longo de muitos anos nos prova que a vida é bela e que deve ser vivida amando. Gostávamos que viesse encontrá-lo.

    Isabel Almeida e Brito