Primeiro encontro de Pais CST

A cerca de 40 minutos de Lisboa e apenas uma vez a eterna pergunta: Pai, falta muito? Chegámos ao nosso destino. Encontro com pais e filhos na quinta de Àgua Boa Velha.

Em tom de clima familiar começámos pela pesca. O dia estava convidativo, mas “a arte da incerteza” fazia jus à sua fama. Os peixes nada queriam connosco. Após esta tentativa inglória de pescar um Achigã, passamos à caça. Desta feita com a certeza que a presa (pratos), voaria para nós. Foi a primeira vez que o meu filho Manuel disparou uma arma. A excitação desse acto era notória.

Sorriso de orelha a orelha, irradiava um agradecimento sentido pela decisão de comparecer a tão esperado encontro. Tarefa cumprida, passámos ao repasto. Deliciosas iguarias distribuídas por uma manta corrida sobre o mato, saciámos a nossa fome na esperança que a noite depressa caísse e descobrisse o manto de nítidas estrelas que no céu brilhavam.

Com a presença e aula do professor Rui Agostinho aprendemos e vimos as constelações, os seus nomes e em que hemisférios se situavam. Também ficámos a saber que um carro novo seria largado no espaço.

No regresso, o meu filho pouco falou. Preferiu rever todo o seu dia de olhos fechados.

Deixo um agradecimento especial ao professor Bernardo na expectativa de rapidamente receber outro mail convidativo.

Por MIGUEL MENDOÇA (Pai de aluno CST)

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